Suspeitos de praticar crimes diversos são presos pela Polícia Civil em Gurupi

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Homens também são investigados por envolvimento em homicídios ocorridos na cidade.

Três indivíduos suspeitos pela prática dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e também porte ilegal de arma de fogo foram presos durante operação da 3ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (3ª DHPP) de Gurupi, no Sul do Estado, na tarde desta sexta-feira, dia 20.

Coordenada pelo delegado-chefe da Divisão Especializada, Hélio Domingos de Assis Alves, a ação, que resultou na apreensão das drogas, armas de fogo e na prisão dos três suspeitos, busca elucidar dois homicídios que ocorreram no mês de novembro na cidade e que teriam sido praticados por indivíduos que integram uma facção criminosa que atua em todo o Brasil e também no Tocantins.

De acordo com a autoridade policial, uma equipe da DHPP estava efetuando diligências na cidade em busca dos suspeitos, ocasião em que deparou com uma motocicleta entrando em uma casa onde estavam diversas outras pessoas que integram a mesma organização criminosa.

Desse modo, abordaram os presentes e apreenderam em posse dos suspeitos várias porções de maconha, cocaína, comprimidos de ecstase, crack, bem como um revólver calibre 32, uma arma de fogo, tipo garrucha, além de munições de calibres diversos. Diante dos fatos, todos foram detidos e conduzidos até a Central de Atendimento da Polícia Civil em Gurupi, onde dois homens e uma mulher foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico, associação para o tráfico e também porte ilegal de arma de fogo.

A autoridade policial ressaltou que a possível participação dos envolvidos presos hoje nos dois homicídios do mês de novembro está sendo investigada. Logo após a realização dos procedimentos legais cabíveis, os dois homens foram recolhidos à Casa de Prisão Provisória de Gurupi, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário. A mulher presa será conduzida a uma das Unidades Prisionais Femininas do Estado, e também ficará à disposição do Poder Judiciário.

Por: Rogério de Oliveira/Governo do Tocantins